Já que não dá pra mudar o começo, eu posso mudar o final!
Alonso era um rapazinho triste que passava sua vida construindo castelos, mas sempre vinha um vento bem forte e destruía sua arquitetura. Ele já estava cansado de refazer tudo, até que um dia, daqueles bem e chuvosos, pisando na terra molhada, ele descobriu o porquê das suas mal fadadas engenhocas. Alonso viu que na terra seca era impossível segurar uma arquitetura tão bela que ele mesmo projetava. Percebeu que deveria fincar bem sua estrutura no subsolo, pois somente com uma base estável seu castelo se tornaria viável e nenhum vento destruiria.
Um belo dia, quando ele já estava com seu castelinho quase construído, Alonso recebeu uma visita inesperada; era uma grande paixão da sua vida, que há muito não lhe dava notícias desde o abandono. Ele recebe-a com o coração puro, cheio de saudades e apresenta seu castelo àquela que tanto devotava sublime sentimento. Convida pra sentar e tomar um chá e ela de mansinho vai se instalando castelo de Alonso.
Para Alonso, tudo parecia está mudado, e ela paulatinamente foi ocupando espaço no seu castelinho. Dias depois Alonso percebe as paredes de seu refúgio esburacadas, sujas; as portas e janelas entranhadas de tanta teia de aranha, os móveis empoeirados, quebrados; faltava zelo. Tudo estava diferente de quando Alonso havia construído, parece que sozinho, seu castelinho era bem mais cuidado, e decidiu, mesmo contra seu coração, que sua amada já não somava mais nada na sua vida, nem da sua própria morada ela conseguiria cuidar, e com muita dor no peito mandou-a ir embora.
Hoje Alonso está trocando as chaves das portas, recuperando as paredes e os móveis, e percebeu que mesmo sozinho é possível ser feliz!
Alonso era um rapazinho triste que passava sua vida construindo castelos, mas sempre vinha um vento bem forte e destruía sua arquitetura. Ele já estava cansado de refazer tudo, até que um dia, daqueles bem e chuvosos, pisando na terra molhada, ele descobriu o porquê das suas mal fadadas engenhocas. Alonso viu que na terra seca era impossível segurar uma arquitetura tão bela que ele mesmo projetava. Percebeu que deveria fincar bem sua estrutura no subsolo, pois somente com uma base estável seu castelo se tornaria viável e nenhum vento destruiria.
Um belo dia, quando ele já estava com seu castelinho quase construído, Alonso recebeu uma visita inesperada; era uma grande paixão da sua vida, que há muito não lhe dava notícias desde o abandono. Ele recebe-a com o coração puro, cheio de saudades e apresenta seu castelo àquela que tanto devotava sublime sentimento. Convida pra sentar e tomar um chá e ela de mansinho vai se instalando castelo de Alonso.
Para Alonso, tudo parecia está mudado, e ela paulatinamente foi ocupando espaço no seu castelinho. Dias depois Alonso percebe as paredes de seu refúgio esburacadas, sujas; as portas e janelas entranhadas de tanta teia de aranha, os móveis empoeirados, quebrados; faltava zelo. Tudo estava diferente de quando Alonso havia construído, parece que sozinho, seu castelinho era bem mais cuidado, e decidiu, mesmo contra seu coração, que sua amada já não somava mais nada na sua vida, nem da sua própria morada ela conseguiria cuidar, e com muita dor no peito mandou-a ir embora.
Hoje Alonso está trocando as chaves das portas, recuperando as paredes e os móveis, e percebeu que mesmo sozinho é possível ser feliz!


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