Avesso do Avesso

No mais descompassado ritmo da vida, encontro-me avesso aos meus sonhos e desejos! Simbolizando a maldade de uma criança errante e a braveza de um ser itinerante. Levo comigo o aconchego de um cobertor em noite de névoa e a alegria de um palhaço problemático que não pode deixar de sorrir pra platéia. Imploro e luto pela felicidade a todo custo! Ainda acredito no amor! Por isso é no avesso do avesso de um avesso que você pode me encontrar...

sábado, janeiro 06, 2007

“Assim que o amor entrou no meio, o meio virou amor...
O fogo se derreteu, o gelo se incendiou...
E a brisa que era um tufão,
Depois que o mar derramou,
Depois que a casa caiu,
O vento da paz soprou!”
(Marcelo Camelo)



As vezes me pego pensado...
Será que e o amor carnal existe mesmo???
E você, já amou alguém???

Constumo dizer que o amor é um sentimento nobre, mas as vezes me perco num horizontes de dúvidas a respeito do mesmo! O amor é algo tão simples, porém complexo as veses, que nos deixa a sensação de não sabermos destinguir de fato se estamos amando, ou somente apaixonados.
Nada se sabe a respeito de sua existencia, Aonde mora? Por onde andas? Nem quando vai chegar... Não o vimos! Apenas sentimos e muitas vezes não temos uma certeza concreta de que é a força do amor que domina nossos sentimentos...
E me vêm uma contradição: se o amor é tão bom, porque ele um dia tem que ir embora e deixar um vazio no coração de quem o tinha, causando assim imenso sofrimeto? Será que aquilo tudo era o amor mesmo? Ou será que o tal amor tem duas faces, ora mocinho, ora bandido?
Sei que os sintomas de sua chegada são extremamente excitantes, nos deixa leve, alegre, perplexo... Renova nosso visual, a pele fica macia, a voz torna-se suave, tudo é gostoso: a comida, a bebida, a música... O invesso acontece quando ele escapa do nosso domínio...
Não sei mais descrever, nem se se uma dia eu amei... sei que estou numa procura constante desse moçinho, e se encontro ele, agarro-o e não deixo ir embora nunca mais!

1 Comments:

At 11:20 AM, Anonymous Anônimo said...

Oi amigo,

O amor é uma construção humana e, como tal, perecível. Pode ser construído, des-construído, re-construído e vivido!

Um abraço afetuoso,

 

Postar um comentário

<< Home