Traição: Um caso particular!
O poder sem pudor...
Atitudes corriqueiras de pessoas usurpadoras e sem moral para manterem sua postura diante de fatos que mudam conforme seja a situação, não me choca mais. No entanto apenas me entristece em sabe quão grau de leviandade tais pessoas possuem. Corriqueiramente falando, elas dançam conforme a musica e seguem rumos conforme o sopro dos ventos!
O poder caracteriza o rompimento de varias barreiras, porém desprende laços, estremecendo afetos e separando o próprio sangue. Quando ele chega somos cercados de “amigos”, nossas casas são cheias e harmoniosas de pessoas das quais julgamos serem a nós, fieis. Parece que a felicidade impera... É conversa jogada para fora, reuniõezinhas no final da tarde, um cafezinho aqui e outro ali. No barzinho da esquina, uma cervejinha brinda o companheirismo, a amizade, a gratidão! Um pedido aqui, outro acolá. Tanta coisa pra chamar a atenção e satisfazer uma troca de favor. Homenagens das mais fervorosas acontecem nesse meio. Tanta festa e tanta alegria no rosto daqueles que ajudam a comer da fatia do poder. Muito prestígio diante dos mesmos, homenagens, reverencia e exigências até das mais ousadas... Tudo pode!
Ah o poder! Se ele fosse eterno, morreríamos achando que tínhamos amigos!
Mas um dia, de uma forma ou de outra, ele é afastado, e com ele vai o nossos “fieis amigos”... Isso mesmo, aqueles amigos de festa, de casa cheia, de cargos...! Os que não ficam na “parede do muro”, estampam logo no seu rosto e nas paredes de suas residências o desejo de mais uma vez terem o direito de sugar e exigir benefícios próprios em troca de um voto, tirando muitas vezes a oportunidade dos que precisam, além de provarem quanto fajuta era sua ideologia. Arrebatam-se de suas origens, seus amigos, tercem comentários maldosos e justificam sua mudança pela simples forma de achar que passado é passado e o que se foi feito foi desgastado pelo tempo. Mas tudo isso se deve a busca constante pelo pedaço do queijo!
Sou dono de meu pensamento, tenho livre arbítrio para achar o que é correto ou não, e quem sabe até fazer julgamentos! Abomino traições e falsidade ideológica. Condeno todos aqueles interesseiros que com “cara de Amélia” que se fazia de amigos; e repudio para sempre os ingratos que se faz de esquecidos! Estes sim, são dignos de um pedaço da pizza, um dia ela é digerida como deve ser!
“Enquanto o trem não parar na estação, vou ficando por aqui e não seguirei noutro vagão qualquer, por que eu sei aonde eu quero chegar!” (Tales Antão).
“Somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter...” (Engenheiros do Hawaii).
Atitudes corriqueiras de pessoas usurpadoras e sem moral para manterem sua postura diante de fatos que mudam conforme seja a situação, não me choca mais. No entanto apenas me entristece em sabe quão grau de leviandade tais pessoas possuem. Corriqueiramente falando, elas dançam conforme a musica e seguem rumos conforme o sopro dos ventos!
O poder caracteriza o rompimento de varias barreiras, porém desprende laços, estremecendo afetos e separando o próprio sangue. Quando ele chega somos cercados de “amigos”, nossas casas são cheias e harmoniosas de pessoas das quais julgamos serem a nós, fieis. Parece que a felicidade impera... É conversa jogada para fora, reuniõezinhas no final da tarde, um cafezinho aqui e outro ali. No barzinho da esquina, uma cervejinha brinda o companheirismo, a amizade, a gratidão! Um pedido aqui, outro acolá. Tanta coisa pra chamar a atenção e satisfazer uma troca de favor. Homenagens das mais fervorosas acontecem nesse meio. Tanta festa e tanta alegria no rosto daqueles que ajudam a comer da fatia do poder. Muito prestígio diante dos mesmos, homenagens, reverencia e exigências até das mais ousadas... Tudo pode!
Ah o poder! Se ele fosse eterno, morreríamos achando que tínhamos amigos!
Mas um dia, de uma forma ou de outra, ele é afastado, e com ele vai o nossos “fieis amigos”... Isso mesmo, aqueles amigos de festa, de casa cheia, de cargos...! Os que não ficam na “parede do muro”, estampam logo no seu rosto e nas paredes de suas residências o desejo de mais uma vez terem o direito de sugar e exigir benefícios próprios em troca de um voto, tirando muitas vezes a oportunidade dos que precisam, além de provarem quanto fajuta era sua ideologia. Arrebatam-se de suas origens, seus amigos, tercem comentários maldosos e justificam sua mudança pela simples forma de achar que passado é passado e o que se foi feito foi desgastado pelo tempo. Mas tudo isso se deve a busca constante pelo pedaço do queijo!
Sou dono de meu pensamento, tenho livre arbítrio para achar o que é correto ou não, e quem sabe até fazer julgamentos! Abomino traições e falsidade ideológica. Condeno todos aqueles interesseiros que com “cara de Amélia” que se fazia de amigos; e repudio para sempre os ingratos que se faz de esquecidos! Estes sim, são dignos de um pedaço da pizza, um dia ela é digerida como deve ser!
“Enquanto o trem não parar na estação, vou ficando por aqui e não seguirei noutro vagão qualquer, por que eu sei aonde eu quero chegar!” (Tales Antão).
“Somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter...” (Engenheiros do Hawaii).

